Como clipar Rust, o jogo de sobrevivência multiplayer da Facepunch, não a linguagem de programação: grave o wipe, solte o arquivo inteiro no CutBench e ele ranqueia os raids, os roams e o PvP em clipes verticais de Rust com legendas, no seu próprio PC Windows. Force wipe, raids online, door camps, estradas à noite.
Pesquise como clipar Rust e metade dos resultados fala da linguagem de programação, então a distinção vem logo de cara. Esta página é sobre Rust, o jogo de sobrevivência multiplayer da Facepunch: o spawn pelado na praia, o 2x2 que vira um complexo, o force wipe mensal na primeira quinta-feira, o raid que começa às três da manhã com metade do time dormindo.
O CutBench é um aplicativo de desktop para Windows que assiste à gravação disso tudo e separa as partes que valem um post. A gravação fica por conta do programa que você já usa: OBS, ShadowPlay, Game Bar ou Medal. Depois é só apontar o CutBench para o arquivo. Ele ranqueia os momentos, renderiza clipes verticais de Rust em 9:16 com as legendas embutidas na imagem e escreve título, gancho e hashtags para cada um. Nada sobe para um servidor no caminho, porque tudo acontece no computador que você já tem. Se preferir o panorama antes, a visão geral do CutBench explica o processo para todos os jogos.
É aqui que a maioria das ferramentas de clipe erra o jogo. Uma sessão de Rust não é uma partida que termina numa vitória ou numa derrota que dê para apontar. É uma travessia longa e irregular de sobrevivência, com um punhado de picos enterrados no meio, e os picos não avisam quando chegam.
Por alto, uma noite de Rust rende quatro ou cinco momentos que alguém assistiria de verdade, espalhados por horas de gravação que ninguém quer ficar varrendo. Essa varredura é o trabalho que o CutBench tira das suas mãos.
Ferramentas genéricas cortam em pico de volume, só que barulho nem sempre quer dizer um bom momento. O CutBench não tem nenhum conhecimento especial de Rust. Ele acha o raid porque um raid se arma e chega a um desfecho, não porque saiba o que é C4. O que prende quem assiste tem a mesma forma em qualquer jogo, então ele acerta o raid online que estoura, o roam que vira e a briga que você ganhou de verdade, não só os 10 segundos mais altos. Numa sessão de Rust, isso sai assim:
Esse mesmo conjunto roda em ARC Raiders e em todo o resto. Não existe lista de jogos suportados e não tem nada para selecionar. Um jogo que não tem página própria aqui passa exatamente do mesmo jeito.
O wipe day de Rust cai na primeira quinta-feira do mês, quando o force wipe acontece, e é disparado o melhor dia do calendário de Rust para gravar, porque a densidade de momentos reais por hora gravada está no auge. Este é o ciclo inteiro, do apertar o REC até o clipe no ar.
Repita na quinta seguinte, e na outra. Não existe contador de créditos por clipe, nem limite mensal de exportação, nem cota para planejar em volta, então um mês de wipe pesado custa exatamente o mesmo que um mês parado.
Resposta honesta: ele joga fora a maior parte, e é exatamente para isso que ele serve. O tempo morto cai primeiro. Seis horas seguidas de enxofre, upkeep e construção rendem pouquíssimos candidatos, e os que rendem são os contatos ali dentro: a hora em que a volta de node vira briga, ou a hora em que um pelado te persegue atravessando a estrada.
É um trabalho diferente do de uma ferramenta de highlights para jogo com rodada e vencedor no final. Rust não avisa quando aconteceu algo interessante, então achar o momento é trabalho para depois. Na prática, dá para entregar a sessão inteira, farm e tudo, em vez de recortar antes os pedaços que você lembra pela metade. Entregar mais gravação não custa mais dinheiro; custa tempo de uma placa que foi comprada para jogar Rust e que fica parada todas as horas em que você não está jogando.
Mais uma consequência que vale saber: como tudo acontece depois, nenhum overlay de captura fica rodando enquanto você joga, então seu frame rate no jogo fica intocado durante o próprio wipe.
Nenhuma ferramenta lê Rust com perfeição, e uma página que diga o contrário está te vendendo alguma coisa. Estes são os limites reais, ditos agora em vez de descobertos depois.
A pergunta justa antes de comprar é do que são feitos os seus wipes. Se forem, na maior parte, kills silenciosas de trap, tour pela base e construção, a lista acima é o que se deve esperar. Se forem raids, roams e PvP, tem bastante coisa numa sessão para ele trabalhar, e nada para ligar antes.
O jogo. O CutBench corta gameplay de Rust, o jogo de sobrevivência multiplayer da Facepunch. Não tem nada a ver com a linguagem de programação Rust e não funciona com código.
Funciona, e não tem nada para ligar antes: não existe lista de jogos suportados, porque nada no CutBench muda conforme o jogo. Ele acha os raids, as brigas e os desfechos dentro da sessão, corta cada um, enquadra em 9:16 e embute as legendas na imagem.
Não. Solte uma sessão inteira e o CutBench acha os momentos, sem atalho dentro do jogo e sem marcação manual. Ele ranqueia os candidatos pela chance de cada um performar.
Uma sessão de 3 horas leva de 2 a 5 horas, mais ou menos, numa GPU classe RTX 3060. Roda depois que você termina de jogar, então a maioria das pessoas manda rodar e deixa a noite inteira.
Descarta. O tempo morto cai primeiro, e só os contatos dentro daquele trecho voltam como candidatos. Dá para entregar a sessão inteira em vez de recortar antes.
Muitas vezes não. Uma kill sem nada de barulhento e sem reação dá muito pouco para ele se guiar, então os momentos silenciosos são o caso mais fraco. Raid barulhento é o mais forte.
É. Compra uma vez na Steam, sem assinatura e sem créditos por clipe.
Não. Tudo roda localmente, na sua própria máquina. Suas gravações nunca saem do seu PC.
Windows 10 ou 11 e uma GPU NVIDIA com 6 GB de VRAM e suporte a CUDA, como uma RTX 2060, RTX 3050 8GB ou RTX 4050. 8 GB de RAM no mínimo, 16 GB recomendados, e 30 GB de espaço em disco. AMD e Intel Arc não têm suporte, e não existe versão para macOS nem Linux.
O processo inteiro rodando no seu próprio PC. Uma compra na Steam, sem assinatura, sem créditos por clipe.